12/07/2008

Linux Mint

Estava eu a navegar, quando encontrei o DistroWatch. Além de tudo o que é preciso saber sobre distribuições de Linux, tem também um Top.

E foi assim que descobri o Linux Mint. É baseado no Ubuntu, que por sua vez baseia-se no Debian. Pelo que li, as diferenças para o Ubuntu são poucas: grafismo diferente, incluindo algumas aplicações originais daquela malta para controlar o Gnome; pacotes de multimédia já instalados, incluindo codecs para DVD, mp3 ou Divx e afins; também java já bomba, assim como o flash; parece que também trás algumas drivers adicionais, tais como as do grupo de redes Wireless (se bem que, quando instalei, ainda necessitei de me ligar à net recorrendo a fios, porque tenho uma placa Broadcom - problemas de licenciamento obrigam a que tais firmwares não possam vir inseridos directamente no LiveCD).


E lá está: tudo como no Ubuntu, mas mais preparado nativamente para uma utilização do dia a dia.

Vamos a ver se ele se aguenta aqui muito tempo.

PS: este post poderia estar a ser dedicado ao Fedora Core 9, que era a distribuição que me "apetecia" experimentar, mas o LiveCd aqui no meu Mithus brekou logo no arranque, e desisti logo!

11/07/2008

Optimus Alive: EU FUI

E gostei.

Apesar da equipa que se deslocou ao Passeio Marítimo de Algés não ter um transporte típico de festivaleiro (uma Laguna assenta bem na malta de Cascais... "Chavaloooo, agora comes os cereais com o garfo!") fomos e viemos sem espinhas! GPS's são instrumentos para quem anda perdido...

Um festival como este, não creio que seja para todos os dias, como um Suduoeste, que é o exemplo que conheço. Porque o ambiente é diferente: o bilhete geral é mais caro, paga-se o campismo à parte (e acho que não é lá muito perto...) e não há uma praia, um rio, ou sequer um canal para a malta se ir entretendo durante o dia. De resto, tudo como os outros: comida e bebida demasiado caros, um festival de sponsors a fazerem pela vida e droga à discrição para quem quiser. Cada um diverte-se da maneira que quer e sabe e respeita os outros - é esse o espírito de um Festival (com "f" maiúsculo, alguém reparou?).

Surpresa da noite: Gogol Bordello. Um espetáculo de energia do início ao fim, com uma mistura de instrumentos bastante engraçada - o velhote com o violino faz magia, e aquela guitarra acústica do vocalista? Espetáculo, na WWI já animava a malta, pareceu-me... brilhante, a meu ver, toda a actuação dos rapazes de NY.




Depois, os Rage Against the Machine, que confesso que só reconheci uma música... e nem sei o nome, fazia parte da banda sonora de um dos Tony Hawk's Pro Skater! Adiante, é electrizante, mas não me surpreendeu. A não ser o guitarrista: até hoje a melhor actuação que vi. Incrível. Dá a sensação que os outros rapazes são completamente banais ao pé daquele senhor.

Viu-se e ouviu-se muita coisa durante todas aquelas horas, e muitas delas que não conhecia e que gostei.

Mais informação no sítio oficial.

Ficou aprovado. Aprovação essa, que custou para aí 70€...

E começa...

Tipo... AGORA!